21 de julho de 2015

21/07/2015

Estou a desabrochar.
Como uma frágil cerejeira que acaba de contemplar a primavera,
E sente o calor do sol.
Uma borboleta na emoção do primeiro voo,
No vislumbre de sua aparência...
Há coisas em mim que não podem mais ser escondidas,

O mundo precisa saber quem eu sou.

4 comentários:

  1. Que versos lindos, meus parabéns pela criatividade.

    Arthur Claro
    http://www.arthur-claro.blogspot.com

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  2. Lindo poema, parece até que você me conhece, porque essa poesia foi feita pra mim. Beijosss

    http://blogdajanas.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Estamos passando pela mesma fase então, beijos!

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