9 de agosto de 2015

09/08/2015

(...) Mas quando fui ao seu quarto que tudo de fato ocorreu. Ao observar seus tênis alinhados à sua maneira, suas camisas devidamente dobradas e suas coisas guardadas no lugar em que você deixou, cada objeto ali guardava um pouco de você, mesmo que, tecnicamente, você não exista mais.
Foi esse sentimento terrível e sem nome que me acometeu, aquele momento em que a gente percebe que algo definitivo ocorreu, e não há como remediar.

2 comentários:

  1. Muito bom esse texto, meus parabéns pela criatividade.

    Arthur Claro
    www.arthur-claro.blogspot.com

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  2. Você escreve muito bem, invista nisso, linda!

    Retribui lá? Obrigadaa!
    http://diariamentedicas.blogspot.com.br

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